sabe, eu curto a ideia de fazer aniversário.
eu gosto de pensar que isso determina o inicio e o fim do meu ano, em geral.
como um ciclo.
e é muito engraçado o como a gente sempre termina dezembro prometendo fundos e mundos,
mudanças extraordinárias e tudo o mais...
mas, hoje eu posso dizer que me surpreendi com o quanto eu mudei durante todo esse "ciclo".
tudo literalmente mudou.
meu humor se tornou mais ácido.
a paciência esvaiu um pouco.
amar deixou de ser prioridade.
escrever virou tarefa diária.
entendi coisas que antes eu não sabia nem o significado.
mudei fisicamente também, mais alto, mais magro.
mudei no jeito de enxergar o futuro.
no jeito de se entregar à vida.
aprendi a não me jogar de cabeça no mar.
foi, definitivamente, um ciclo de aprendizado...
e eu gostei dele assim.
Páginas
21 de outubro de 2012
9 de outubro de 2012
cadê seu senso de julgamento agora ?
eu posso estar sendo o mais ridículo dos ridículos e até ser chamado de frio,
mas confesso que é muito bom ver que as pessoas estavam erradas quanto ao julgamento.
É engraçado que pessoas que não te conhecem te julgam com base em uma atitude errada que tenha cometido, mas diz achar maravilhoso aquela outra pessoa que aos olhos da sociedade é perfeita.
Sempre tão atencioso, carinhoso, fofo, independente e toda aquela historinha que todos veneram.
Mas o mais legal é que as mesmas pessoas que te julgaram com base em um erro,
decide confiar na outra pessoa que, ao meu ver hoje, fez de tudo apenas para ser bem visto e bem julgado.
Então, imaginem a minha cara de alegria ao saber que a tal pessoa semi-santa possui um lado
tão maligno quanto eu, que apenas cometi um erro.
Digo, até pior do que eu.
Então, o carinho, a fofura e a atenção dão lugar à cafajestice, à mentira e à cara de pau.
Por enquanto, não sei a que fim levará essa história.
Mas eu espero sinceramente o momento em que sentirei certo triunfo ao dizer "viu?"
mas confesso que é muito bom ver que as pessoas estavam erradas quanto ao julgamento.
É engraçado que pessoas que não te conhecem te julgam com base em uma atitude errada que tenha cometido, mas diz achar maravilhoso aquela outra pessoa que aos olhos da sociedade é perfeita.
Sempre tão atencioso, carinhoso, fofo, independente e toda aquela historinha que todos veneram.
Mas o mais legal é que as mesmas pessoas que te julgaram com base em um erro,
decide confiar na outra pessoa que, ao meu ver hoje, fez de tudo apenas para ser bem visto e bem julgado.
Então, imaginem a minha cara de alegria ao saber que a tal pessoa semi-santa possui um lado
tão maligno quanto eu, que apenas cometi um erro.
Digo, até pior do que eu.
Então, o carinho, a fofura e a atenção dão lugar à cafajestice, à mentira e à cara de pau.
Por enquanto, não sei a que fim levará essa história.
Mas eu espero sinceramente o momento em que sentirei certo triunfo ao dizer "viu?"
5 de outubro de 2012
Classificando quanto ao tipo...
Sabe, hoje eu parei pra pensar nas minhas amizades.
Em como elas mudaram, tanto em número quanto em tipos.
Os amigos de hoje não são os mesmos de ontem e não serão os mesmos de amanhã.
Mas é estranho pensar assim. E se a gente fosse classificar nossos amigos?
E se... ?
É, sabe, devíamos fazer uma espécie de entrevista antes de fazer uma amizade.
Seria melhor para não nos decepcionar, para podermos confiar mais, nos arriscar mais.
Sabe, tipo:
- E se um dia eu precisar de alguém, você vai ser o amigo que vai estar lá pra mim?
- E se eu mudasse meu jeito de ser, você seria o amigo que diria que odiou no que ue me transformei ou aquele que tentaria entender o motivo pra isso?
- E se eu quisesse ser retardado, você seria o amigo que "finge que nem me conhece" ou o que entra na minha maluquice ?
- E se eu quisesse ficar quieto, você seria o amigo que se irritaria por eu estar assim ou o que faria de tudo pra me tirar do meu estado de silêncio?
- E se eu estivesse irritado e sem paciência pra brincadeiras, você seria o amigo que vai me deixar quieto e respeitar ou o que só por isso, faria mais brincadeiras ainda?
- E se eu quisesse te contar uma coisa sobre mim ou apenas falar sobre como anda a vida, você seria o amigo ouvinte e que dá bons conselhos ou aquele que me interrompe pra incrementar a conversa com suas histórias?
- E se eu te ligasse de madrugada bêbado, você seria o amigo que manda eu ligar pra outro ou seria o que diz "onde você tá?" e me levaria pra casa ?
- E se você estivesse lendo isso agora, você seria aquele que ia rir por perceber que se encaixa em algumas coisas ou aquele que ficaria com medo por eu estar pensando em classificar amizades?
2 de setembro de 2012
querendo voltar às origens
Essa semana eu estava conversando com um amigo meu que acompanha esse blog desde os primórdios. No meio da conversa, o questionei se ele ainda visitava isso aqui e ele disse que sim, mas que os textos que ele mais gostou são antigos. Pra me deixar refletindo mais ainda, ele ainda disse que parece que agora eu só posto textos para atualizar o blog, apenas para ter conteúdo. Que os textos não têm mais uma carga emotiva e verdadeira que nem antes.
Quer saber ? Acho que ele está certo. E concordo que os meus melhores textos são os antigos. Textos que saíram, em grande maioria, enquanto eu estava num momento um tanto difícil. Não sei se o fato de os textos não serem como antes me alegra - afinal, isso é um significado que não estou tão machucado quanto antes - ou se me entristece.
Pra dizer a verdade, já me peguei forçando sentimentos pra ver se dava um bom texto. A verdade é que eu gosto de sofrer... isso é o que move minha escrita e sempre será. Mas acho que por enquanto, vou parar. Não digo que não voltarei a postar por aqui ou coisa do tipo. Apenas vou parar de forçar. Que o texto venha se quiser, quando vier. Até lá, quem sabe, eu não tenha mais ninguém por aqui... mas vai ser bom, pelo menos vou entender o real significado de "público".
Por enquanto, as cortinas se fecham, eu dou meu adeus. Que venha o intervalo!
Quer saber ? Acho que ele está certo. E concordo que os meus melhores textos são os antigos. Textos que saíram, em grande maioria, enquanto eu estava num momento um tanto difícil. Não sei se o fato de os textos não serem como antes me alegra - afinal, isso é um significado que não estou tão machucado quanto antes - ou se me entristece.
Pra dizer a verdade, já me peguei forçando sentimentos pra ver se dava um bom texto. A verdade é que eu gosto de sofrer... isso é o que move minha escrita e sempre será. Mas acho que por enquanto, vou parar. Não digo que não voltarei a postar por aqui ou coisa do tipo. Apenas vou parar de forçar. Que o texto venha se quiser, quando vier. Até lá, quem sabe, eu não tenha mais ninguém por aqui... mas vai ser bom, pelo menos vou entender o real significado de "público".
Por enquanto, as cortinas se fecham, eu dou meu adeus. Que venha o intervalo!
26 de agosto de 2012
quem disse que eu esqueci?
Hoje mais uma vez nos encontramos.
E não sei se mais uma vez te desejei ou se na verdade nunca deixei de fazer.
Talvez estivesse apenas me contendo ou tentando me enganar de que não te desejasse mais.
A verdade é que com a gente sempre foi assim.
Pelo menos na minha percepção.
Sempre que a gente se encontra, parece existir aquela vontade de se tocar.
Se beijar. Se possuir.
Trocas de olhares intensos. Inúmeros abraços.
Talvez sejamos mais apaixonados quando amigos do que como casal.
Confesso, tive vontade mais uma vez de te agarrar e ver no que vai dar.
Mas, mais uma vez, meu medo falou mais alto.
Agora fico me perguntando como você reagiria.
Talvez era isso que você estivesse esperando... ou não.
Pra dizer a verdade já não sei se todas as brincadeiras são realmente brincadeiras.
Posso dizer que não estou correndo atrás de você, o que de certa forma é verdade.
Mas, se caso um dia você mude de ideia ao nosso respeito, não tenho dúvidas de que voltarei a correr atrás.
Infelizmente.
E não sei se mais uma vez te desejei ou se na verdade nunca deixei de fazer.
Talvez estivesse apenas me contendo ou tentando me enganar de que não te desejasse mais.
A verdade é que com a gente sempre foi assim.
Pelo menos na minha percepção.
Sempre que a gente se encontra, parece existir aquela vontade de se tocar.
Se beijar. Se possuir.
Trocas de olhares intensos. Inúmeros abraços.
Talvez sejamos mais apaixonados quando amigos do que como casal.
Confesso, tive vontade mais uma vez de te agarrar e ver no que vai dar.
Mas, mais uma vez, meu medo falou mais alto.
Agora fico me perguntando como você reagiria.
Talvez era isso que você estivesse esperando... ou não.
Pra dizer a verdade já não sei se todas as brincadeiras são realmente brincadeiras.
Posso dizer que não estou correndo atrás de você, o que de certa forma é verdade.
Mas, se caso um dia você mude de ideia ao nosso respeito, não tenho dúvidas de que voltarei a correr atrás.
Infelizmente.
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